5 Casos sobrenaturais mais convincentes

Vivemos em um mundo racional, com leis racionais. Casos paranormais e/ou sobrenaturais não tem muita importância na vida real... Ou será que tem? Aqui estão cinco casos estranhos que vai dar aos céticos, incluindo este que vos escreve, alguns momentos de reflexão... ou pelo menos algumas histórias divertidas para contar depois de assistir aquele filme de terror com os amigos.

5. O Exorcismo de Anneliese Michel


Em 1968, com 16 anos de idade, Anneliese Michel começou a sofrer de convulsões. Em 1973, Anneliese tinha desenvolvido uma psicose tão forte que ela passaria ter alucinações enquanto orava, ver rostos demônio durante o dia e ouvir vozes dizendo que ela foi condenada. Ela também faria o que chamaram de "faces do demônio", rasgar a própria roupa, comer carvão e lamber sua própria urina. Além disso, ela ficou completamente intolerante a símbolos religiosos e não podia tocar em água benta. A maioria das pessoas achavam que tudo isso era fruto de uma psicose, ela foi internada em um hospital psiquiátrico que lhe dava uma variedade enorme de drogas, mas nenhuma deu resultado.


Em 1975, a família de Anneliese, cansado da falta de progresso com a medicina convencional, decidiu voltar para a igreja católica, que determinou que Anneliese Michel estava sofrendo de uma possessão demoníaca. Durante um período de 10 meses, Anneliese sofreu 76 exorcismos, e acabou morrendo de fome por se recusar a comer.


Possessão demoníaca ou psicose grave? Tire suas conclusões assistindo o vídeo abaixo.


Se quiser saber mais sobre este caso clique aqui

4. A reencarnação de Biya Pathak



Dr. Ian Stevenson é, talvez, o pesquisador mais famosos e respeitados quando o assunto é reencarnação. De fato, em 1977, um Jornal sobre Doenças Mentais e Nervosa, uma publicação inteira foi dedicada ao seu trabalho que citou Stevenson como sendo "um metódico, cuidadoso e um ótimo investigador". Talvez o caso mais famoso dele foi o de Swarnlata Mishra que dizia ser a reencarnação de Biya Pathak.

Swarnlata Mishra nasceu numa família de classe média em 1948, na cidade de Pradesh, Índia. Aos três anos de idade, viajava com seu pai, passando pela cidade de Katni, a mas de cinqüenta quilômetros de casa, quando subitamente apontou e pediu ao motorista para entrar numa rua e ir até “minha casa”. Disse que ali poderiam tomar uma xícara de chá melhor que em qualquer lugar na estrada.


Pouco depois, relatou mais detalhes de sua vida em Katni, e seu pai anotou tudo. Disse que seu nome era Biya Pathak, e que tinha dois filhos. Descreveu sua casa por dentro e por fora e disse ainda que havia uma escola feminina atrás da casa; da frente da casa podia-se ver a linha férrea e os fornos de cal. Swarnlata disse que Biya morrera de “uma dor na garganta” e que fora tratada pelo Dr. S. C. Bhabrat, de Jabalpur. Também lembrou de um incidente em um casamento em outra cidade, onde ela e uma amiga tiveram dificuldade de encontrar um banheiro.


Na primavera de 1959, quando Swarnlata tinha dez anos, a notícia daquele caso chegou ao conhecimento do professor Sri H. N. Banerjee, pesquisador indiano e colega do Dr. Stevenson. Banerjee viajou até Katni e, tendo apenas a descrição de Swarnlata, chegou à sua casa. Os fornos de cal estavam num terreno adjacente à propriedade; a escola feminina ficava cem metros atrás da propriedade dos Pathak, mas não era visível da frente.


A casa pertencia aos Pathak, uma família rica. Biya Pathak morrera em 1939, deixando marido, dois filhos pequenos e muitos irmãos jovens. O professor Banerjee entrevistou a família e verificou tudo o que Swarnlata dissera. Os Pathak nunca ouviram falar da família Mishra, que morava a mais de cinqüenta quilômetros dali; os Mishra também não conheciam os Pathak.
Meses depois, o viúvo de Biya, um dos filhos e deu irmão mais velho viajaram até a aldeia de Swarnlata para testar sua memória. Não revelaram suas identidades nem disseram o propósito de sua visita, e empregaram nove pessoas da cidade para acompanha-los à casa dos Mishra, onde chegaram sem terem avisado. A cena seguinte desta história parece sair de um romance de mistério, mas é a mais pura verdade, extraída das tabulações do caso publicado de Swarnlata.


Swarnlata reconheceu imediatamente o irmão e o chamou de Babu, apelido que Biya lhe dava. O Dr. Stevenson publicou apenas os fatos crus, mas a emoção deve ter sido forte naquele momento. Swarnlata, com dez anos então, deu a volta no aposento, olhando um homem a cada vez. Alguns ela identificou como conhecidos de outras cidades, outros eram estranhos para ela. Então, aproximou-se de Sri Chintamini Pandey, marido de Biya, Swarnlata abaixou os olhos e agiu timidamente, como fazem as mulheres hindus na presença de seus maridos, e disse o nome dele. O Dr. Stevenson não diz nada sobre a reação de Sri Pandey ao encontrar sua esposa viva novamente, vinte anos após sua morte.


Swarnlata também identificou corretamente o filho de Biya, Murli, que tinha treze anos quando Biya morreu. Mas Murli tentou enganá-la e passou o dia inteiro insistindo que era outra pessoa e não Murli. Tentou convencê-la também de que um amigo que trouxera era Naresh, o outro filho de Biya. Swarnlata não foi enganada nenhuma vez. Insistiu que Murli era seu filho e que o outro homem era um estranho. Finalmente, Swarnlata lembrou a seu antigo marido que ele havia furtado mil e duzentas rúpias de Biya antes que ela morresse, e que o dinheiro havia sido guardado numa caixa. Surpreso pelo fato de Swarnlata lembrar daquele segredo que somente ele e Biya conheciam, Sri Pandey admitiu que ela dizia a verdade.


Algumas semanas depois, o pai de Swarnlata a levou a Katni para visitar a casa e a aldeia em que Biya vivera e morrera. Assim que chegou, percebeu imediatamente mudanças na casa. Perguntou por um parapeito, uma varanda e uma árvore plantada no terreno – tudo aquilo havia sido retirado após a morte de Biya. Identificou o seu quarto e aquele em que morrera. Depois, identificou corretamente mais de duas dúzias de pessoas que Biya havia conhecido, reagindo com emoções proporcionais ao relacionamento que Biya tinha com cada uma delas. Murli tentou montar armadilhas outra vez, mas Swarnlata não caiu em nenhuma delas.


Deve ter sido um espetáculo e tanto. Ali estava uma menina de dez anos, uma estranha vinda de longe – tão longe, segundo a cultura indiana, que seu dialeto era diferente daquele falado pelos Pathak –, que agia confiantemente como se fosse a dona daquela casa, conhecia os nomes, os apelidos e os segredos da família, e se lembrava até de parentes distantes, velhos empregados e amigos, brincando com todos de como haviam mudado em vinte anos. O mais interessante era que Swarnlata não sabia nada do que acontecera à família Pathak desde 1939. Suas lembranças paravam no ano da morte de Biya.


3. John Titor, o viajante do tempo

The Time Traveler John Titor
Este caso já foi postado aqui no blog, mas vou colocar de novo...

Em 2 de Novembro de 2000, alguem que se intitulava Timetravel_0 e mais tarde John Titor, começou a deixar mensagens num forum dizendo tratar-se de um viajante do tempo vindo do ano 2036. Uma das primeiras coisas que ele fez foi colocar imagens da sua máquina do tempo e o respectivo manual de operações.

Com o passar das semanas, cada vez mais pessoas começaram a questionar John Titor sobre o porquê de ele estar aqui, a Física relacionada com as viagens no tempo e as suas opiniões sobre o nosso tempo. As suas mensagens provocaram fúria, entretenimento e susto. No dia 21 de Março de 2001, John Titor disse que regressaria ao seu tempo. Depois disso, nunca mais ninguem o "viu". Especulações e investigações para se saber quem era ele e porque estava online, continuam até hoje.

Contudo, pode ser fácil considerar tudo isto como ficção científica mas muitas pessoas que leram as suas mensagens concordam que há algo de assombroso acerca dele e sobre o que ele disse. Além do mais, ele fez uma série de comentários "proféticos" que misteriosamente se tornaram realidade.

Contou que já em 1975 esteve em missão para conseguir um computador chamado IBM 5100, pois seria o único no seu futuro a funcionar com linguagens de programação antigas. Perguntaram á IBM se realmente deu por falta de uma dessas unidades que estavam desativadas e guardadas nos seus depósitos. A resposta foi afirmativa!

Um alto funcionário da IBM revelou que o 5100 era dotado de uma rara interface entre sua codificação e o emulador, a qual permitiria a qualquer programador acessar todos os códigos da IBM, tendo sido por isso que tal função foi suprimida por medo da concorrência e também da espionagem industrial.

John Titor avisou-nos que em 2012 um conflito social nos EUA se tornará pior. Durante esse periodo haverá deslocamento de muitas pessoas para regiões afastadas. Os que permanecerem terão os seus direitos civis abalados em nome da "segurança" (Patriot Act II?).

Uma guerra nuclear acontecerá em 2015 matando cerca de 3 bilhões de pessoas. A doença conhecida como "doença das vacas loucas" ou Creutzfeldt-Jakob Disease se propagará , tornando-se devastadora. Nessa época, só devem ser consumidas carnes e seus derivados cujos animais sejam criados pelos próprios donos. John Titor disse que a China colocaria um astronauta em órbita, o que veio a acontecer em outubro de 2003. Predisse também que os fundamentos da viagens no tempo seriam desvendados no CERN!(matéria que desenvolverei dentro de dias).

Disse ainda que não encontrariam armas de destruição maciça no Iraque após um atentado nos EUA (ataques de 11 de setembro de 2001). Contou-nos que o futuro Presidente dos EUA em 2005 (J.W. Bush) seria dotado de políticas desastrosas que minariam os direitos constitucionais (Patriot Act) e ainda perguntou - Do you really think your government is telling you the truth? What proof do you have of any of that? (Vocês acham mesmo que o governo vos está a dizer a verdade? Que provas têm disso?)

Titor previu ainda conflitos futuros entre os EUA e a China, como também se declarou decepcionado com o materialismo do nosso tempo. Declarou ainda que as pessoas do seu tempo nos viam como aquela Humanidade que teve tudo e não soube aproveitar.
Sobre certas coisas do nosso futuro disse-nos que não deveriam ser reveladas.

4. A abdução de Travis Walton


Por volta das 18:00 horas da tarde, do dia 05 de novembro de 1975, uma caminhonete de cabine dupla do Serviço Florestal voltava da Floresta Nacional Sitgraves, Arizona, (Estados Unidos), levando sete lenhadores: Michael Rogers, Ken Peterson, Travis Walton, Allen Dallis, John Goulete, Duane Smith e Stephen Pierce. Todos eles tinham menos de trinta anos e voltavam para casa depois de um longo dia de trabalho.

Travis Walton, na época com apenas 22 anos, reparou uma luminosidade amarelada por trás de uns pinheiros, do lado direito do caminhonete, e comentou com os companheiros. A caminhonete seguia sua rota normal, mas, ao chegar em uma clareira, viram um enorme disco de uns cinco metros de diâmetro que estava flutuando a cerca de seis metros de altura.

Chocado, Travis pediu que parassem a caminhonete e, imediatamente, saiu do veículo. Acreditando que ao se aproximar o objeto se afastaria, Travis Walton começou a caminhar em direção do OVNI. O disco começou a emitir um ruído alto e movimentar-se lentamente. O motorista da caminhonete, Mike Rogers, tomado pelo pânico, gritou para que Travis voltasse, mas ele estava absorvido na contemplação daquele objeto que, agora, já estava bem acima de sua cabeça. Subitamente, o OVNI emitiu um feixe de luz verde-azulado que atingiu em cheio o peito de Travis, jogando-o para trás. Ao cair, Travis Walton estava desmaiado.

Todas os outros trabalhadores que estavam na caminhonete ficaram em pânico e Mike, o motorista, imediatamente deu partida no veículo e se afastou, deixando para trás Travis caído próximo ao UFO. A alguma distância do local, quando todos comprovaram que o objeto não lhes perseguia, pararam a caminhonete e discutiram nervosamente se deveriam ou não voltar para socorrer Travis. Finalmente chegaram a algum entendimento e voltaram para o local, porém nem Travis e nem o UFO estavam mais lá.

Os seis trabalhadores decidiram ir então à delegacia de Navajo Country, que era o posto policial mais próximo. Foram atendidos pelo tenente Chuck Allison que, após ouvir toda a história, decidiu ir até o local dos fatos, às 21:30 horas daquele mesmo dia, levando junto mais três testemunhas para investigar. Não encontraram absolutamente nada. No dia seguinte, os seis trabalhadores passaram a ser suspeitos de assassinato. Ninguém acreditava na história contada por eles e a polícia passou a considerar a hipótese de que eles tinham matado Travis Walton e escondido o corpo. Depois inventaram a história do "disco voador" para justificar o sumiço de Travis.

Durante os três dias seguintes, foi realizada uma super operação "pente-fino" na floresta em busca do corpo de Travis Walton. Essa operação foi composta por um pouco mais de uma centena de homens, vários cães e um helicóptero – no entanto não obtiveram qualquer êxito. Durante toda essa operação de procura pelo corpo de Travis Walton, os investigadores responsáveis pelo caso ficaram surpreendidos ao ver que os seis lenhadores não hesitaram em passar pelo detector de mentiras.

Durante o teste do detector de mentiras, foram tomadas todas as medidas para não dar vazão a qualquer possibilidade de dúvida. Entre as medidas estava a presença de C. Gibson, especialista em poligrafia. E para surpreender mais ainda as autoridades responsáveis pelo caso, todos eles passaram pelo detector sem que fosse detectada uma única mentira sequer. A partir daí, somando com o fato de não se ter encontrado o corpo ou qualquer vestígio do mesmo, a história dos lenhadores passou a ser levada a sério por toda a comunidade.

Seis dias depois do desaparecimento de Travis , no dia 11 de novembro, seu irmão recebe uma ligação telefônica na qual reconhece, imediatamente, que era o próprio Travis do outro lado da linha. Travis pede para que venham buscá-lo e é encontrado no chão de uma cabine telefônica, no posto de gasolina de Heber – cerca de 80 quilômetros de distância de Snowflake. Travis apresentava visíveis sinais de esgotamento e desidratação, tinha náuseas e estava completamente desorientado. Mas o mais surpreendente de tudo é que Travis Walton não acreditava que tinha sumido por vários dias. Para ele tinham se passados algumas poucas horas apenas desde que foi atingido pelo UFO.

Imediatamente, a família de Travis Walton o levou para um hospital. O doutor Howard Kandell certificou que Travis estava bem, mas tinha perdido um pouco de peso devido à desidratação. A única coisa estranha encontrada em Travis era uma marca no seu braço esquerdo, claramente produzida por uma agulha ou um outro instrumento pungente. As análises de sangue comprovaram que Travis Walton não era usuário de drogas – coisa que a própria família dele garantiu para o médico.

O passo seguinte das investigações foi submeter Travis Walton a uma sessão hipnótica para averiguar o que tinha acontecido realmente. Neste processo, os doutores Harder e Rosenbaum (presidente da Associação Psicanalítica do Sudeste) ficaram no controle da sessão hipnótica, além da presença de mais três médicos que assistiram tudo na qualidade de supervisores. Em transe hipnótico, Travis Walton relembrou de vários momentos de sua abdução.

Quando foi atingido pelo feixe de luz do disco, tudo escureceu. Mas quando abriu os olhos, estava numa espécie de mesa num quarto fortemente iluminado. Inicialmente ele pensou que estava em um hospital mas, quando olhou para os lados, viu seres horripilantes, de um metro e meio de altura e com grandes olhos negros. Suas faces não tinham cor e suas testas eram inchadas. Seus longos dedos não tinham unhas. Travis Walton os comparou com "fetos muito desenvolvidos".

Aquelas criaturas tinham colocado um aparelho sobre seu tórax que lhe causava uma dor persistente e o impedia de respirar normalmente. Travis entrou em pânico imediatamente e, se debatendo, conseguiu tirar o aparelho de seu peito. Também tentou afastar os alienígenas com empurrões, no entanto, as criaturas continuavam tentando dominá-lo. Somente quando Travis pegou um tubo transparente na mão, que estava numa mesa ao lado, e ameaçou agredir as criaturas, os seres se afastaram e saíram da sala marchando por uma porta. Travis não teve dúvidas: optou por ir embora dali por uma outra porta que existia na sala.

Travis Walton chegou então num corredor e começou a caminhar. Viu outra porta e entrou. Era uma sala onde havia um sofá com vários botões nos braços. Na frente do sofá havia uma tela enorme, quase do tamanho da parede, e que tinha uma imagem típica do espaço: fundo negro com muitas estrelas. Ao apertar os botões no braço do sofá, as estrelas da imagem na tela se mexiam. Nesse exato momento entrou um ser humanóide idêntico a nós que, através de sinais, indicou que Travis devia acompanhá-lo. Travis se levantou do sofá e tentou falar com a criatura, que usava um capacete transparente, mas não obteve qualquer resposta – o ser apenas sorria de forma tolerante.

Sem opção e desconcertado, Travis Walton acompanhou aquele ser. Eles saíram do UFO, por uma rampa, e Travis viu que estavam em um hangar onde havia várias naves iguais a que eles estavam. Entraram, logo em seguida, num túnel que os levou a um pequeno quarto. Neste recinto se encontravam três pessoas, sendo dois homens e uma mulher. Subitamente uma mão colocou uma máscara no rosto de Travis e ele, por sua vez, perdeu os sentidos. A próxima lembrança de Travis Walton é ele acordando caído na estrada perto de Heber. Ele olhou para cima e viu uma nave se afastando – inusitadamente não parecia ser a mesma nave que lhe teria abduzido.

Tal qual foi feito com os outros lenhadores, Travis passou pelo detector de mentiras sem que fosse detectada qualquer fraude em seu relato. Infelizmente, hoje Travis Walton se recusa a fazer outras sessões de hipnose regressiva para tentar resgatar o que poderia estar perdido em sua memória. Ele alega ter medo de saber mais detalhes da experiência traumática que passou. O Caso Travis Walton foi amplamente divulgado e causou grande comoção na comunidade ufológica.

Este caso inspirou até um filme...



5. O vampiro Belfazaar Ashanitson e seus amigos


Vampiros parecem estar em toda parte hoje em dia e estão dominando quase todos os meios: filmes, livros e até mesmo na televisão. Eles são populares, sexy, e legiões de mulheres encontram-se desamparados com o fato de que elas não podem ter seu próprio vampiro como o Edward para se apaixonar. Os vampiros sempre foram considerados criaturas míticas... até agora.

Recentemente em algum lugar no bairro francês de Nova Orleans "um homem" chamado Belfazaar Ashantison proclamou que ele é realmente um vampiro vivo. 

E ele não está sozinho..., como um ancião, ele pertence a um conselho de elite de vampiros - supostamente secreto, mas com um número inimaginável de seguidores. 

Para sobreviver, ele precisa de sangue. Onde e como obter o sangue fresco? Bem, ao invés de alimentar do sangue de estranhos a força, angariou pelo mundo doadores voluntários, de boa vontade de contribuem e apoiam as práticas de cultos de consumir sangue.

Na verdade, ele precisa consumir sangue duas a três vezes por semana para se manter saudável (caso contrário, ele sofre condição fisiológica de ser drenado). Existem várias maneiras:

1) extrair o sangue das veias e transferir para o vidro antes de consumir ou;

2) boca-a-alimentação que consiste em drenar o sangue de um corte (o que é isso?) Ironicamente, para viver, Belfazaar trabalha como consultor espiritual e sua fonte de energia é através de sangue. 

Como doadores descrevem a experiência? Uns dizem ser calmante, outros descrevem como sensualmente excitante...

Cientificamente, os médicos acreditam que se alimentar de sangue, não tem valor medicinal, no entanto,o efeito placebo pode ser poderoso (mas perigoso, com risco de infecções). 
  
Essa “Sociedade Secreta”, costuma se reunir periódicamente em lugares que não ficam devendo nada a nenhum castelo do Conde Drácula, não se sabe exatamente o que acontece nestas reuniões mas uma coisa é certa, a “Casta” já conta com muitos adeptos pelo mundo.

Na entrevista que concedeu, não mencionou absolutamente coisa nenhuma sobre super poderes, a única semelhança com os vampiros do cinema é que bebem sangue, mas não é a todo instante, nem todos os dias e nem da mesma maneira dos vampiros do cinema realmente isso acaba com todo o glamour de uma raça que deveria ser superior e conviver lado a lado com a eternidade.


Entrevista com o Belfazaar (em inglês)



Fontes:
http://www.ranker.com/list/5-convincing-_real_-paranormal-cases/ian-tindell
http://ciclofinal.blogspot.com/2008/10/john-titor-o-viajante-do-tempo.html
http://cidadedooriente.blogspot.com/2010/02/vampiro-existe-iii.html
http://arquivoconfidencial.blogspot.com/2005/12/1975-abduo-de-travis-walton.html
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About Neto Sanches

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5 Comentários:

  1. O primeiro caso é mais assustador.
    Se for verdade, ela deve ter sido um tipo de mártir.

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  2. Essa sociedade de vampiros nada mais são que pessoas normais (se é que pode-se dizer isso) que resolveram implantar dentinhos e brincar de vampirinhos. Não chegam nem perto dos vampiros que esperamos encontrar.

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  3. Se eu encontrasse um Edward Cullen de vampiro eu bem que deixava ele me transmutar em uma vampira.Hahahahahahahahaha......
    Acho ele lindo demais!!!!!

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  4. Bom.Casos muito interessante,mas o Vampirão foi doido kkk

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    Respostas
    1. QQr dia ele acha uma bôa dose de HIV e sera o primeiro vampiro a definhar sem a presença do sol haushaushaushaus

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